A Crise deixou o Leão alerta! Como me resguardar e proteger minha empresa?

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O ano da crise, como 2015 se tornou conhecido no Brasil, está estimulando mudanças e melhorias nos setores de fiscalização pública. Um exemplo disso é a atitude recém tomada da Secretaria da Fazendo da Pernambuco (Sefaz-PE) que para evitar perdas na arrecadação fiscal devida dos contribuintes, está apostando e ações de intensificação da fiscalização sobre o Simples Nacional.
Manter a casa em ordem nunca foi tão necessário para as empresas, sobretudo aquelas que faturam até 3,6 milhões de reais ao ano, ou seja, que se enquadram no Simples Nacional. Para aqueles que desconhecem, o Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
Agora, ter organizado, documentado e com fácil acesso, todos os documentos e notas emitidos, não é mais apenas uma obrigação fiscal, é um pré requisito para sobreviver e não ter sua empresa multada, ou mesmo ter suas inscrições estaduais bloqueadas, impedindo legalmente o funcionamento da mesma.
É justamente por esse motivo que ao longo dos últimos anos, o uso de documentação eletrônica, assim como os softwares de gerenciamento e armazenamento das mesmas tem se tornando uma obrigatoriedade e uma realidade em diversos estados nacionais. O governo, ainda mais com a crise, intensificará a fiscalização, e ter o nome de sua empresa manchado por um descuido, a perda de algum documento, ou qualquer bobagem dessas, não vale a pena.
Claro que há casos de irregularidades propositais, mas muitas vezes há apenas desatenção, desconhecimento e a falta de organização por parte de novos empresários, ou mesmo micro empreendedores individuais (MEIs).
O levantamento feito pela Sefaz aponta que pelo menos 6 mil microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs estão cometendo irregularidades. O próximo passo é notificar os mesmos a respeito disso, demandando regularização no prazo de 30 dias. A irregularidade mais comum é a não conformidade entre valor faturado e enquadramento da empresa. A partir disso, multas podem ser aplicadas e inscrições podem ser bloqueadas.
De acordo com os dados da secretaria, a parcela de empresas de pequeno porte representam 85% dos 246 mil contribuintes, apenas em Pernambuco, sendo que esse tipo de ação tende a se espalhar pelo país, motivada principalmente pela já falada crise. Os bloqueios impedem a emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e), o que impede a venda e compra de mercadoria por parte da empresa contribuinte.
A melhor forma de manter tudo em ordem é manter a casa sempre arrumada, isso evita riscos. É justamente para isso que servem sistemas de gerenciamento de documentos eletrônicos, como os da VARITUS, onde a comunicação direta com o Sefaz permite que a empresa esteja sempre segura de sua regularidade. Como para praticamente tudo, prevenir é melhor do que remediar, estar em dia com as obrigações fiscais é importante tanto para a empresa quanto para empresas de contabilidade que prestam serviços a terceiros, isso dita o futuro da empresa, ainda mais em anos difíceis quando os olhos do governo estão mais atentos.
Para aqueles que já estão irregulares, o melhor é se prevenir para os anos seguintes e seguir as recomendações da Fazenda para auto regularização, seja alterando o modelo de sua empresa, ou buscando métodos melhores para armazenagem de suas notas, através de softwares de gerenciamento.
A única forma de se manter sempre bem é manter sua empresa sempre regular e dentro da lei, e para isso segurança e tecnologia fazem toda a diferença. Não deixe o Leão te devorar









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